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MENSAGEM DE PÁSCOA

  • Foto do escritor: pascomdiocesepropr
    pascomdiocesepropr
  • há 3 horas
  • 2 min de leitura

“Ontem fui crucificado com Cristo,  

hoje sou glorificado com Ele”  

(São Gregório de Nazianzo).   

 

Ele está vivo! 

Meus diletos filhos, desde o primeiro século da nossa era cristã ecoa na história o que hoje ressoa em nossos corações: Cristo está vivo! Ele Ressuscitou.  


Hoje, quero chegar ao teu coração mais do que a tua inteligência, mais do que a tua razão, quero selar com você o abraço pascal que une a todos, mesmo na diversidade de ideias e convicções... Permita-me que eu chegue também a tua família e com ela sentar à mesma mesa, a sagrada mesa do diálogo, da refeição, da partilha que é mesma mesa do amor que nos faz enxergar cada um como é... 


Quero expressar os mais sinceros e bonitos sentimentos do meu coração de pastor, em dizer-lhe neste dia e neste tempo pascal que o amor vive em nós para que nunca deixemos de amar o amor, o amor hoje vive, vive por nós e em nós.  


A Páscoa cria em nós o desejo de tempos novos, de realidades configuradas em nossos comportamentos e atitudes, sendo mais para o outro do que para si mesmo. O dia em que a pessoa enxergar que aquele que vive ao seu lado, tem nome, desejos e sonhos a serem realizados, este respeitará a sua dignidade e a humanidade se transformará no grande ideal que hoje gritamos no mundo: Paz, Paz e Paz! Cessem as guerras entre as nações, cessem as guerras estruturais em nós mesmos, cessem as guerras internas, sejamos pessoas livres, carregando em nossos ombros o realismo de uma nova sociedade. 


Páscoa também é compromisso de ser um melhor irmão, amigo e testemunha da boa notícia do Ressuscitado, pois, por sua morte, o Vivente venceu a morte, e restituiu a vida àqueles que dormiam no sepulcro do desânimo e da dor, da desistência e do fracasso. A Ressurreição deve provocar em nós a exultação da alegria, pois é Páscoa, a Páscoa do Senhor, “a passagem da morte para a vida, da terra para o céu, sob a condição do Cristo nosso Deus, ao qual ofertamos os cantos da vitória” (Cânon do dia de Páscoa da Igreja Ortodoxa). 


Esta passagem, em hebraico Pesach, da morte para a vida, do pecado para a graça, nos leva a pensar e a celebrar como Militão de Sardes, um dos primeiros a escrever uma homilia pascal, apresentou Cristo como o cordeiro sacrificado “Ele é aquele que foi levado como cordeiro e morto como ovelha” assim, como santo Irineu de Lião, quando afirma que por meio da sua ressurreição, Cristo recapitulou, ou seja, refaz a história humana, a Páscoa é a vitória final dessa restauração. 


Meus filhos, ovelhas do meu rebanho, Feliz Páscoa!  

IN MANUS TUAS 

Dom George Muniz

Bispo Diocesano


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